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Hint
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Answer
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Velocidade reduzida Trem e flapes baixados: xx kt xxx lb.ft
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80 950
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Velocidade reduzida (NOVO) A arremetida estará concluída ao atingir xxx kt.
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130
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Velocidade reduzida Se necessário, pode-se curvar mais de xx graus para se manter na área ou evitar nuvens.
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45
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Parafuso Desbalanceamento xxx lb Altitude miním: xxxxx ft
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20012000
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Parafuso Vel mín xxx kt, potência para xxxx lb.ft
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1301000
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Parafuso Cabrar xx°, reduzir o motor completamente e manter esta atitude até o pré-estol.
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30
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Parafuso Ao observar xx volta completa em relação à referência estabelecida, aplicar o pedal contrário a fundo e posicionar, simultaneamente, o manche em “neutro
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1
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Parafuso (NOVO) Levar o motor a xxxxx assim que o nariz da aeronave cruzar o horizonte, reduzindo o motor para xxxx b.ft ao atingir xxx kt.
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pleno 1000 130
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Glissada reduza a potência para xxx lb.ft de torque, planeio com xxx kt
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200 100
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Glissada (NOVO) Após ter perdido pelo menos xxxx ft em relação ao início do exercício, desfaça a glissada e execute o procedimento de arremetida no ar, encerrando o treinamento ao atingir xxxkt.
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1000 130
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Tráfego de emergência O in reduzirá a manete para xxx lb.ft
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200
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Tráfego de emergência Independentemente do tipo de aproximação (arremetida no ar ou TGL), é compulsória a coordenação na frequência livre nas localidades de (NOME DAS PISTAS, ORDEM ALFABÉTICA), tendo em vista o maior volume de tráfego civil.
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ARARAS LEME SÃO CARLOS
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Tráfego de emergência Ponto 1 – XXXX ft AGL:
● Vertical da cabeceira ou ligeiramente à direita/esquerda da mesma (pista na raiz da asa e no bordo de ataque); ● Proa do eixo da pista no sentido desejado de pouso;
● Velocidade XXX kt;
● Curvar para o Ponto 2 de forma dosada;
● Julgar o abaixamento do trem de pouso (baixar pelo SISTEMA NORMAL, porém deverá ser abaixo de XXX kt); e ● Manter XXX kt após baixar o trem de pouso;
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2000 110 110 100
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Tráfego de emergência Ponto 2 - XXXX ft a XXXX ft AGL
● Través do ponto de toque (cabeceira no bordo de ataque);
● Trem baixado;
● XXX kt;
● Distância lateral ideal entre estrela e ponta de asa sobre a pista; e
● Flape XXX a critério do piloto.
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1000 1200 100 DEC
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Tráfego de emergência Ponto 3 - XXX a XXX ft AGL
● 90º com a pista;
● XXX kt (treinamento);
● Trem baixado e travado;
● Flape a critério do piloto; e
● BIP - checar (NOVO)
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500 600 100
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Tráfego de emergência O IN comandará a arremetida no ar ao atingir XXX ft AGL. Caso o treinamento seja para TGL mas o aluno não tenha condições de chegar à pista, não retarde a arremetida.
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300
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Tráfego de emergência No CFOAv o treinamento de tráfego de emergência com toque e arremetida só poderá ser executado nas pistas de (NOME DAS PISTAS, ORDEM ALFABÉTICA).
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ARARAS SÃO CARLOS
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RETORNO À PISTA SIMULADO Será demonstrado após arremeter de um treinamento de tráfego de emergência simulado. Tão Logo passar a cabeceira oposta, dar o top do cronômetro, subir XXXft com XX% de NG e XXXKT.
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100 96 130
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RETORNO À PISTA SIMULADO Após XX segundos, iniciar o treinamento com XXX ft AGL e XXX kt.
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10 400 130
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EMBANDEIRAMENTO DA HÉLICE EM VOO Antes da sua realização, o seletor de refrigeração, caso esteja acionado, deverá ser colocado na posição XXXXXXXX.
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RECIRCULA
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EMBANDEIRAMENTO DA HÉLICE EM VOO Com XXX kt manetre BANDEIRA Após estabelecer um planeio com XXX kt
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120 115
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ABAIXAMENTO DO TREM DE POUSO EM EMERGÊNCIA Velocidade máxima - xxx kt
● Alavanca de abaixamento em emergência - XXXX XXXXX XXXXX ● 03 luzes verdes - XXXXX ● Luz âmbar - XXXXX
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110 TREM DESCE EMERG ACESAS ACESA
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Frequência VOR
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115,8
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Frequência de Emergência
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121,5
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EMERGÊNCIA Desse modo, é OBRIGATÓRIO alocar XXXX no transponder nos casos de emergência real.
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7700
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CONDIÇÃO DE URGÊNCIA A Torre acionará um alarme sonoro, caracterizado por XX toques de sirene, com duração de XX segundos cada.
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3 10
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CONDIÇÃO DE SOCORRO A Torre acionará um alarme sonoro, caracterizado por XX toque longo de sirene, com duração de XX segundos.
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1 30
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LINHA DE CONFIRMAÇÃO DE EMERGÊNCIA Esta linha é determinada por um raio de XX NM em relação ao D-VOR PIR.
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15
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ÁREA DE EJEÇÃO CONTROLADA distância de X,X NM, na proximidade da radial XXX° do VOR PIR
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8,2 300
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ÁREA DE EJEÇÃO CONTROLADA As proas ideais estipuladas para livrar obstáculos no terreno englobam o setor entre as proas xxx° e xxx°.
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240 300
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